O meu tempo etsá a chegar ao fim...
Sim, creio que isto é realmente o fim.
Qua mais se pode dizer a quam já se disse tudo?
Que novidade interessante se pode oferecer a alguém de modo a mudar o rumo da sua vida?... De modo a salvar a sua alma?...
Que mais te poderei dizer?
Que Paraíso distante ou Inferno aterrador esconde a minha alma e que tu ainda desconheças?
Que pensamento fútil ou banalidade inutil ainda não partilhei contigo?
Não sei...
Sinto que após todo este tempo te ofereci tudo aquilo que alguma vez possui... Até mesmo a minha vida.
Nunca me arrependi.
Sinto que o meu tempo está a chegar ao fim.
Que vai ser de mim agora?
Quem salvará a minha alma quando eu me afundar?
Quem se lembrará que um dia eu existi?
Se eu ao menos pudesse começar de novo...
Numa outra vida... Num outro tempo...
Relembro a nossa história como um trailer de cinema... Porque é o melhor.... Imagens soltas... Fantasias impossiveis... Risos... Gritos.... Suspense....
No final é tudo o mesmo...
As luzes apagam-se...
A música termina...
E tudo chega ao fim...
Foi tudo um sonho...
Apenas um sonho....
Um sonho que durou quase dois anos e que de alguma estranha forma foi também a minha realidade... a minha vida...
Porque decidi morrer no meu sonho?
Não sei.
As formas que eu arranjo para fugir à dor são sempre estranhas.
Creio que a subjectividade da palavra “morte” me permite dizer que de facto,...talvez,...nalgum ponto do meu sonho, eu morri realmente.
E os meus sonhos são assustadoramente reais....
domingo, 27 de abril de 2008
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