Que fazer quando não se consegue dormir?
Será que não consigo dormir porque não tenho nada para fazer?
Vou dormir sobre o assunto.
quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Comove-me a bondade alheia
Se calhar é defeito meu, mas não consigo evitar surpreencer-me com a bondade dos seres humanos. Talvez porque nunca conto encontrá-la. E quando essa bondade me é dirigida fico completamente desarmada e confusa. Não sei como reagir, não estou preparada. Já conheci algumas pessaos genuinamente boas, mas perdem-se nas percentagens do meus relacionamentos sociais. Alguns dizem que eu tenho um radar freak instalado de origem, consigo relacionar-me com eles, deve ser porque os freaks se atraem. E a verdade é que os adoro. Ensinaram-me muitas coisas e fizeram-me esquecer outras que já não precisava. Até porque tenho tendência a acumular muito conhecimento inutil.
Conversas com amigos deixam-me sempre um gosto amargo na boca. Estúpido bem sei, mas não consigo ter sentimentos decentes acerca do que quer que seja. Normalmente as conversas entre criaturas que se conhecem circulam à volta de assuntos mais sérios ou mais superficiais. Eu lido um bocado mal com a superficialidade, dá-me sono o que é pessimo quando se quer dar atenção ao outro, mas devo admitir que por vezes as conversas sérias me fazem sentir mais do que desejaria. E eu sou um bocado aversa a sentir. Custa muito. Exige concentração e consciência. Consciência de que sentir costuma doer. Ou então sou eu que sinto demasiado. Os sentimentos tomam conta de mim. Em conversa no outro dia com um amigo disse-lhe exactamente isso, que os meus sentimentos mandam mais que eu. Ele não compreendeu porquê. E agora que repenso na conversa também não consigo perceber como é que é possivel que os sentimentos mandem mais que nós. Quem é que os sentimentos pensam que são?!!!!!!!!!!!!!! Se calhar é por iso que eu evito sentir, para que os sentimentos não mandem mais que eu, para que eu os possa ter em rédea curta. Os sentimentos são como cachorros hiperactivos, quando não tem estimulo suficiente podem destruir a nossa casa. Não tenho paciência para estimular os meus por isso prefiro não os ter.
Mas confesso que por vezes lhes sinto a falta... Sinto falta de me assoberbar com coisas maiores do que quilo que se passa dentro do meu cérebro. Gostava de não me sentir tão dormente.
Conversas com amigos deixam-me sempre um gosto amargo na boca. Estúpido bem sei, mas não consigo ter sentimentos decentes acerca do que quer que seja. Normalmente as conversas entre criaturas que se conhecem circulam à volta de assuntos mais sérios ou mais superficiais. Eu lido um bocado mal com a superficialidade, dá-me sono o que é pessimo quando se quer dar atenção ao outro, mas devo admitir que por vezes as conversas sérias me fazem sentir mais do que desejaria. E eu sou um bocado aversa a sentir. Custa muito. Exige concentração e consciência. Consciência de que sentir costuma doer. Ou então sou eu que sinto demasiado. Os sentimentos tomam conta de mim. Em conversa no outro dia com um amigo disse-lhe exactamente isso, que os meus sentimentos mandam mais que eu. Ele não compreendeu porquê. E agora que repenso na conversa também não consigo perceber como é que é possivel que os sentimentos mandem mais que nós. Quem é que os sentimentos pensam que são?!!!!!!!!!!!!!! Se calhar é por iso que eu evito sentir, para que os sentimentos não mandem mais que eu, para que eu os possa ter em rédea curta. Os sentimentos são como cachorros hiperactivos, quando não tem estimulo suficiente podem destruir a nossa casa. Não tenho paciência para estimular os meus por isso prefiro não os ter.
Mas confesso que por vezes lhes sinto a falta... Sinto falta de me assoberbar com coisas maiores do que quilo que se passa dentro do meu cérebro. Gostava de não me sentir tão dormente.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Fuck it!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sei que já não digo nada há muito tempo, mas que se foda, ninguém lê de qualquer maneira!
Sinto-me fodida, e não no sentido bom da palavra!!!!
Pensei que tinha arranjado emprego... Big mistake!!!
Pensei que ia tirar o pé da lama... Big mistake!!!
Pensei que era desta que a minha vida andava para a frente e deixava de ser um parasita nada simbiótico dos meus pais... Big mistake!!!
Tenho 28 anos.... Fuck it!!!!
Se a minha versão de 18 anos viesse hoje ter comigo e visse o que eu fiz com a minha vida... Provavelmente dava-me um grande chocho seguido de um monumental pontapé no traseiro!!!!
Chocho porque eu sou eu e sou sexualmente irresistivel (eheheheheh sure!!!) e porque tenho alguém que eu amo e me ama também, mas o pontapé, mais que merecido, seria por causa da minha triste e inexistente carreira profissional.
Durante a minha atribulada e fantástica adolescência o que me mais atormentava era a minha vida sentimental... a incerteza de vir a ser algum dia feliz neste departamento... Assunto tratado!!! Mas curiosamente a vida profissional nunca me stressou muito porque sempre achei que tirando o meu curso, estudando, esforçando-me tudo iria dar certo... Big mistake!!!!
Continuo fora da Grande Máquina. O sistema capitalista ainda não começou a consumir-me. Ainda não entrei na engrenagem.
Aos olhos de uns serei coitadinha, aos olhos de outros serei uma vergonha para a minha familia, aos olhos de outros serei uma sortuda dum caraças porque tenho boa vida e não tenho que vergar a mola. Aos meus olhos....Fuck it!!!
Ainda não morri, ainda não passo fome e tenho pessoas neste mundo que me amam. So far so good!!!!
O que o futuro me reserva continua uma feliz incógnita e se me safei até agora, certamente que continuarei a safar-me, com trabalho de preferência...
Seja como for, a todos os que estão na minha situação, muitos miminhos fofos e que corra tudo bem.
E já que estamos em época natalicia...
Fuck Christmas!!!!!!!!!!!!!!!
Porque o Natal já me fodeu e doeu!!!!!
Sinto-me fodida, e não no sentido bom da palavra!!!!
Pensei que tinha arranjado emprego... Big mistake!!!
Pensei que ia tirar o pé da lama... Big mistake!!!
Pensei que era desta que a minha vida andava para a frente e deixava de ser um parasita nada simbiótico dos meus pais... Big mistake!!!
Tenho 28 anos.... Fuck it!!!!
Se a minha versão de 18 anos viesse hoje ter comigo e visse o que eu fiz com a minha vida... Provavelmente dava-me um grande chocho seguido de um monumental pontapé no traseiro!!!!
Chocho porque eu sou eu e sou sexualmente irresistivel (eheheheheh sure!!!) e porque tenho alguém que eu amo e me ama também, mas o pontapé, mais que merecido, seria por causa da minha triste e inexistente carreira profissional.
Durante a minha atribulada e fantástica adolescência o que me mais atormentava era a minha vida sentimental... a incerteza de vir a ser algum dia feliz neste departamento... Assunto tratado!!! Mas curiosamente a vida profissional nunca me stressou muito porque sempre achei que tirando o meu curso, estudando, esforçando-me tudo iria dar certo... Big mistake!!!!
Continuo fora da Grande Máquina. O sistema capitalista ainda não começou a consumir-me. Ainda não entrei na engrenagem.
Aos olhos de uns serei coitadinha, aos olhos de outros serei uma vergonha para a minha familia, aos olhos de outros serei uma sortuda dum caraças porque tenho boa vida e não tenho que vergar a mola. Aos meus olhos....Fuck it!!!
Ainda não morri, ainda não passo fome e tenho pessoas neste mundo que me amam. So far so good!!!!
O que o futuro me reserva continua uma feliz incógnita e se me safei até agora, certamente que continuarei a safar-me, com trabalho de preferência...
Seja como for, a todos os que estão na minha situação, muitos miminhos fofos e que corra tudo bem.
E já que estamos em época natalicia...
Fuck Christmas!!!!!!!!!!!!!!!
Porque o Natal já me fodeu e doeu!!!!!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Back to Black
Amy Amy...
Dou por mim a compreender a cachopa.
Também sou junkie, nada tão extremo, e é legal!!!! Também eu tento expulsar os demónios através da escrita.
Também amei demais e fodi-me.
O pior é que eu não sou famosa nem tenho nenhum talento especial, o que só me torna mais patética!!!
Só pode ser falta do que fazer!!!!!
Esta é a minha música favorita dela.
Enjoy!!!!
"Back To Black"
He left no time to regret
Kept his dick wet
With his same old safe bet
Me and my head high
And my tears dry
Get on without my guy
You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked
I'll go back to black
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to.....
I go back to us
I love you much
It's not enough
You love blow and I love puff
And life is like a pipe
And I'm a tiny penny rolling up the walls inside
We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
Black, black, black, black, black, black, black,
I go back to
I go back to
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black
Dou por mim a compreender a cachopa.
Também sou junkie, nada tão extremo, e é legal!!!! Também eu tento expulsar os demónios através da escrita.
Também amei demais e fodi-me.
O pior é que eu não sou famosa nem tenho nenhum talento especial, o que só me torna mais patética!!!
Só pode ser falta do que fazer!!!!!
Esta é a minha música favorita dela.
Enjoy!!!!
"Back To Black"
He left no time to regret
Kept his dick wet
With his same old safe bet
Me and my head high
And my tears dry
Get on without my guy
You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked
I'll go back to black
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to.....
I go back to us
I love you much
It's not enough
You love blow and I love puff
And life is like a pipe
And I'm a tiny penny rolling up the walls inside
We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
Black, black, black, black, black, black, black,
I go back to
I go back to
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black
domingo, 20 de julho de 2008
Épilogo
Entreguei aqui a minha história pois há muito que já não é minha.
Ofereço-a aos filamentos de fibra óptica, aos rooters, aos satélites...
Ou a quem a ler.
Ou a quem a quiser.
Tal como os iogurtes, também as histórias têm prazo de validade, e este iogurte já expirou há muitos anos.
É um atentado à saúde pública.
Já não o quero.
Não faz sentido.
Tudo o que fez este livro está morto.
A história de amor...
O rapaz...
Não fui eu quem fez o trabalho, mas sei que ele morreu porque o guardei numa caixa em forma de coração e enterrei-o no meu jardim.Plantei por cima roseiras que dão flor todo o ano.
A narradora está morta desde o início.
Tragédia grega de cordel.
Tentativa Shakespeeriana lamentável.
Não faz mal.
Nesta história nã talento mas sim memórias.E é aí que reside a sua principal falha. A memória é mentirosa, manipuladora, esquisofrénica e sociopata. Histórias baseadas em memórias não são credíveis!!!
Não faz mal.
É engraçado como eu nunca consegui dar um nome a esta história.
Que nome se podá dar a uma parte da nossa vida? Haverá algum nome suficientemente bom?
E estranho como dutante várioas anos a senti como um membro amputado. Coçava-a todos os dias. Até fazer sangue. Depois deitava alcool na ferida. Contrariei o adagio popular. Nem tudo o que arde cura.
Cansei-me de gurdar memórias.
Decidi esquecer.
Ofereço-a aos filamentos de fibra óptica, aos rooters, aos satélites...
Ou a quem a ler.
Ou a quem a quiser.
Tal como os iogurtes, também as histórias têm prazo de validade, e este iogurte já expirou há muitos anos.
É um atentado à saúde pública.
Já não o quero.
Não faz sentido.
Tudo o que fez este livro está morto.
A história de amor...
O rapaz...
Não fui eu quem fez o trabalho, mas sei que ele morreu porque o guardei numa caixa em forma de coração e enterrei-o no meu jardim.Plantei por cima roseiras que dão flor todo o ano.
A narradora está morta desde o início.
Tragédia grega de cordel.
Tentativa Shakespeeriana lamentável.
Não faz mal.
Nesta história nã talento mas sim memórias.E é aí que reside a sua principal falha. A memória é mentirosa, manipuladora, esquisofrénica e sociopata. Histórias baseadas em memórias não são credíveis!!!
Não faz mal.
É engraçado como eu nunca consegui dar um nome a esta história.
Que nome se podá dar a uma parte da nossa vida? Haverá algum nome suficientemente bom?
E estranho como dutante várioas anos a senti como um membro amputado. Coçava-a todos os dias. Até fazer sangue. Depois deitava alcool na ferida. Contrariei o adagio popular. Nem tudo o que arde cura.
Cansei-me de gurdar memórias.
Decidi esquecer.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
The end
O meu tempo está realmente a chegar ao fim.
Sabes? Quando comecei esta história, não sabia onde me ia levar. Não tinha qualquer perspectiva, ou objectivo ou intenção. Apenas agarrei numa caneta e descrevi da melhor forma que consegui o que eu sentia. Salvou-me a vida, acredita.
Mas como qualquer história que se preze, também esta chega ao fim. Uma parte de mim da qual eu me estou a despedir.
Entristece-me…
Sempre pensei que não teria que chegar a esta parte. Sempre pensei que de alguma forma tudo isto morreria comigo. Mas algo espantoso fez-me continuar.
Talvez tenhas sido tu….
Esta história também é tua. É para ti.
Será que me achas fútil?
Uma sentimentalóide patética com excesso de tempo entre mãos?
Não importa…
Continua a ser a tua história.
Uma história com um bom começo e difícil de ter um fim.
Uma Never Ending Storie.
Tal como me aconselhaste a fazer…
Diz adeus meu amor.
Desta vez não vou voltar.
Nunca mais voltarei a ti.
Vou tentar esquecer e escrever com a consciência tranquila e o coração despreocupado a palavra
Fim
Sabes? Quando comecei esta história, não sabia onde me ia levar. Não tinha qualquer perspectiva, ou objectivo ou intenção. Apenas agarrei numa caneta e descrevi da melhor forma que consegui o que eu sentia. Salvou-me a vida, acredita.
Mas como qualquer história que se preze, também esta chega ao fim. Uma parte de mim da qual eu me estou a despedir.
Entristece-me…
Sempre pensei que não teria que chegar a esta parte. Sempre pensei que de alguma forma tudo isto morreria comigo. Mas algo espantoso fez-me continuar.
Talvez tenhas sido tu….
Esta história também é tua. É para ti.
Será que me achas fútil?
Uma sentimentalóide patética com excesso de tempo entre mãos?
Não importa…
Continua a ser a tua história.
Uma história com um bom começo e difícil de ter um fim.
Uma Never Ending Storie.
Tal como me aconselhaste a fazer…
Diz adeus meu amor.
Desta vez não vou voltar.
Nunca mais voltarei a ti.
Vou tentar esquecer e escrever com a consciência tranquila e o coração despreocupado a palavra
Fim
domingo, 27 de abril de 2008
Capitulo XVIII
O meu tempo etsá a chegar ao fim...
Sim, creio que isto é realmente o fim.
Qua mais se pode dizer a quam já se disse tudo?
Que novidade interessante se pode oferecer a alguém de modo a mudar o rumo da sua vida?... De modo a salvar a sua alma?...
Que mais te poderei dizer?
Que Paraíso distante ou Inferno aterrador esconde a minha alma e que tu ainda desconheças?
Que pensamento fútil ou banalidade inutil ainda não partilhei contigo?
Não sei...
Sinto que após todo este tempo te ofereci tudo aquilo que alguma vez possui... Até mesmo a minha vida.
Nunca me arrependi.
Sinto que o meu tempo está a chegar ao fim.
Que vai ser de mim agora?
Quem salvará a minha alma quando eu me afundar?
Quem se lembrará que um dia eu existi?
Se eu ao menos pudesse começar de novo...
Numa outra vida... Num outro tempo...
Relembro a nossa história como um trailer de cinema... Porque é o melhor.... Imagens soltas... Fantasias impossiveis... Risos... Gritos.... Suspense....
No final é tudo o mesmo...
As luzes apagam-se...
A música termina...
E tudo chega ao fim...
Foi tudo um sonho...
Apenas um sonho....
Um sonho que durou quase dois anos e que de alguma estranha forma foi também a minha realidade... a minha vida...
Porque decidi morrer no meu sonho?
Não sei.
As formas que eu arranjo para fugir à dor são sempre estranhas.
Creio que a subjectividade da palavra “morte” me permite dizer que de facto,...talvez,...nalgum ponto do meu sonho, eu morri realmente.
E os meus sonhos são assustadoramente reais....
Sim, creio que isto é realmente o fim.
Qua mais se pode dizer a quam já se disse tudo?
Que novidade interessante se pode oferecer a alguém de modo a mudar o rumo da sua vida?... De modo a salvar a sua alma?...
Que mais te poderei dizer?
Que Paraíso distante ou Inferno aterrador esconde a minha alma e que tu ainda desconheças?
Que pensamento fútil ou banalidade inutil ainda não partilhei contigo?
Não sei...
Sinto que após todo este tempo te ofereci tudo aquilo que alguma vez possui... Até mesmo a minha vida.
Nunca me arrependi.
Sinto que o meu tempo está a chegar ao fim.
Que vai ser de mim agora?
Quem salvará a minha alma quando eu me afundar?
Quem se lembrará que um dia eu existi?
Se eu ao menos pudesse começar de novo...
Numa outra vida... Num outro tempo...
Relembro a nossa história como um trailer de cinema... Porque é o melhor.... Imagens soltas... Fantasias impossiveis... Risos... Gritos.... Suspense....
No final é tudo o mesmo...
As luzes apagam-se...
A música termina...
E tudo chega ao fim...
Foi tudo um sonho...
Apenas um sonho....
Um sonho que durou quase dois anos e que de alguma estranha forma foi também a minha realidade... a minha vida...
Porque decidi morrer no meu sonho?
Não sei.
As formas que eu arranjo para fugir à dor são sempre estranhas.
Creio que a subjectividade da palavra “morte” me permite dizer que de facto,...talvez,...nalgum ponto do meu sonho, eu morri realmente.
E os meus sonhos são assustadoramente reais....
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