Andando eu alegremente, trá-lá-lá, a arrumar as minhas merdas escolares, descobri num velho dossier, verdadeiras pérolas do humor português!!!
A verdade é que já há muito que não me ria assim.
É incrível o que o aborrecimento das aulas leva duas criaturas a fazer.
Seguem-se correspondências escolares com alguém que me faz muita falta.
I Capitulo
(…)
Sua espécie de bicha-solitária!
“ Mais vale ser bicha-solitária do que enfiar o dedo no cú para coçar uma reles e pegajosa lombriga!”
Na parte de coçar fala por ti! Tu lá sabes onde enfias o dedo ou outra coisa, não é bichona!
“Mas é por um bom motivo… É para te coçar.”
Eu sei, eu sei que tu me adoras e que a tua bunda não seria a mesma coisa sem mim!
“ Ó more, tu sem essa bichona solitária que tens dentro de ti não serias a mesma coisa, serias MAIS GORDA! Agradece-me!”
Olha bem para mim! Eu tenho ancas de quem tem uma bicha-solitária?!!! Ah!!! I don’t think so!
“E eu tenho bunda de quem te tem enfiada pelo buraco a dentro??!!! AH!! Logo tu! Isso querias tu!!!”
Bunda talvez não… mas cara tens de certeza absoluta! Esse teu sorriso de satisfação é inconfundível. Só mesmo eu para o provocar!
“Sua ténia arraçada de lombriga que nem pedigree tens!”
Pedigree têm os cães, seu lulu rafeiroso!
“Eu ao menos sou um lulu! Tu és um Chiwawa que por vezes desaparece! Oops!
(...)
II Capitulo
(…)
E tu não passas dum sapo leproso!
“Eu ao menos sou um sapo leproso, tu és um peixe semi-decomposto pelas radiações de Chernobil!”
E tu apresentas fortes semelhanças com as vacas nascidas no Japão depois da 2ª Guerra Mundial!
“Pelo menos a minha parecença é desse género. Tu tens semelhanças com os abortos de Chernobil!”
Eu tenho semelhanças, tu és o exemplo de aborto apresentado nas enciclopédias.
“Eu ao menos apareço nas enciclopédias mundiais, tu estás num museu ranhoso de aldeia onde ninguém vai ver a tua cara de peixe mal morto!”
Amiguito! Eu tenho cara de peixe mal morto, tu tiveste a sorte de ter o cheiro!
“Ao menos eu cheiro a peixe mal morto. Tu cheiras a uma pessoa com lepra no seu estado mais fedorento misturado com o suave aroma a doninha fedorenta com escorbuto!”
Eu ao menos ainda tenho doenças. O teu cheiro é tão repelente que nem os vírus se aproximam!
“De mim não se aproximam pelo cheiro, a ti deitaram-te numa vala no meio do deserto pelo teu estado de decomposição e pelo cheiro das bolhas com puz vermelho pastoso que sai dos teus olhos!”
Ridículo…Eu ao menos ainda tenho puz vermelho nos olhos… a lepra há muito que comeu os teus. Já para não falar de toda a fauna e flora que insistes em criar nos dentes…
“Sinceramente tu és patética! Fauna e flora?!! Ah!! (gargalhadas de despreso) Quem és tu para falar de fauna e flora, quando os teus sovacos empestam meio mundo com o cheiro a furúnculos mal cheirosos!”
Agora entendo porque é que passas a vida a comer cogumelos. Colhe-los na plantação privada que conservas …protegida pelos boxers.
“Não sei quem os come, se sou eu, ou… mas há quem goste! O mesmo já não se pode dizer das tuas crostas com puz que escondes por detrás da seda falsificada do mercado!”
… Já me dói o estômago… É que sinceramente… Tu cheiras mal da boca! Não me dirijas mais a caneta!
“Sinceramente duvido que a tua dor de estômago tenha origem no meu suave odor bucal, mas olha que o odor que a tua boca emana, vindo do teu estômago putrefacto é de não merecer mais resposta! Canetas cerrada!”
Graças a Deus!...Oremos irmãos!
“Ámen”
domingo, 16 de dezembro de 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário